<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Conecta Import</title>
	<atom:link href="https://conectacopiadoras.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Solução total de documentos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Sep 2022 15:30:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>https://conectacopiadoras.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-KJJOJOIJ-32x32.png</url>
	<title>Conecta Import</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Internet das Coisas: ABINC elenca as principais tendências da tecnologia para os próximos anos</title>
		<link>https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/internet-das-coisas-abinc-elenca-as-principais-tendencias-da-tecnologia-para-os-proximos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 02:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev-conectacopiadoras.pantheonsite.io/?p=21781</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a progressão da pandemia e a chegada do 5G, o mercado de Internet das Coisas (IoT) tem crescido exponencialmente. A tecnologia, que já tinha sido apontada como a mais importante do ano de 2021 na pesquisa &#8220;The IEEE 2020 Global Survey of CIOs and CTOs&#8221;, tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil. Em...</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/internet-das-coisas-abinc-elenca-as-principais-tendencias-da-tecnologia-para-os-proximos-anos/">Internet das Coisas: ABINC elenca as principais tendências da tecnologia para os próximos anos</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br">Conecta Import</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a progressão da pandemia e a chegada do 5G, o mercado de Internet das Coisas (IoT) tem crescido exponencialmente. A tecnologia, que já tinha sido apontada como a mais importante do ano de 2021 na pesquisa &#8220;The IEEE 2020 Global Survey of CIOs and CTOs&#8221;, tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil. Em conformidade com um relatório publicado pela GlobalData, apenas na América Latina, o setor de IoT deve movimentar mais de US$ 30 bilhões até 2023.</p>
<p>No Brasil, a previsão feita pelo Ministério das Comunicações é de que, no próximo ano, o volume de dispositivos móveis ligados a IoT alcance a marca de 100 milhões. Em consonância com essa informação, um estudo da McKinsey Global Institute indicou que o segmento no país deve registrar um impacto econômico anual entre US$ 50 bilhões e US$ 200 bilhões em 2025.</p>
<p>Neste contexto, no qual a IoT torna-se cada vez mais vigente, André Martins, líder do Comitê de Redes da Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC), aponta as principais tendências de IoT para os dois próximos anos. Leia a seguir:</p>
<p><strong>Rastreamento veicular</strong></p>
<p>Por viabilizar a geração de dados, o uso da Internet das Coisas para rastreamento veicular será ainda mais impulsionado em 2022, pois, de acordo com Martins, a tecnologia já é capaz de auxiliar na localização de veículos roubados e na gestão de frotas. &#8220;Por meio da evolução das aplicações de IoT, além de monitoramento sobre o veículo em geral, já é possível também controlar fatores como a identidade do motorista e seu estado físico e até emocional, condições de manutenção preditiva do veículo e informações em tempo real sobre sensores de abertura de porta e câmara fria de caminhões&#8221;, revela.</p>
<p><strong>Meios de pagamento</strong></p>
<p>Um estudo elaborado pela Visa, em parceria com o PYMNTS.COM, revelou que já em 2017, mais de 80% dos consumidores gostariam de ter uma experiência de compra e pagamento fluida e que, para isso, fariam uso de um dispositivo conectado à internet. Este anseio tornou-se realidade. De acordo com a NeoTrust, no Brasil, apenas no primeiro trimestre de 2021, o número de compras efetuadas por meio do comércio eletrônico registrou um aumento de 57,4% em comparação com o ano anterior.</p>
<p>&#8220;Fatores como a evolução do Open Banking, o desenvolvimento do PIX e a expansão das contas digitais viabilizaram a popularização dos canais digitais como um dos principais meios de inclusão financeira, assim, há uma inclinação cada vez maior da IoT para o progresso e o aprimoramento de meios de pagamento&#8221;, comenta o especialista da ABINC.</p>
<p><strong>Smart metering e smart lighting</strong></p>
<p>As smarties cities (cidades inteligentes), que fazem uso de recursos tecnológicos para otimizar serviços, aprimorar infraestrutura e gerar sustentabilidade, têm conquistado cada vez mais espaço no Brasil.</p>
<p>Segundo André Martins, para viabilizar economia para essas cidades, em 2022, a Internet das Coisas será muito utilizada para a telemetria individualizada (smart metering), que consiste na medição e transmissão de dados relevantes para o operador de sistemas de recursos de água, gás e energia elétrica, promovendo uma maior conscientização dos cidadãos que não vão mais esperar o final do mês para saber quanto consumiram e sim poderão exercer atividades de economia de recursos baseado em informações de consumo em tempo real, e na telegestão de iluminação pública (smart lighting), que além de agilizar e facilitar a manutenção da rede, possibilita maior controle sobre os gastos com energia.</p>
<p><strong>IoT industrial</strong></p>
<p>Outra tendência apontada por Martins é a IoT industrial com projetos consistentes de redes privadas de Low Power Wide Area (LPWA) e de Long Term Evolution (LTE) privadas, isso porque, em conformidade com o especialista da ABINC, os atributos da IoT são capazes de impactar intensamente o modo de fabricação de produtos e de fornecimento de serviços. &#8220;O uso de IoT nas indústrias, além de viabilizar o fluxo descomplicado de dados entre máquinas, proporciona maior eficiência e domínio, fundamentado em informações, de operações e processos, gerando relevante economia no que tange ao tempo de máquinas paradas, o que tende a ser reduzido a volumes irrelevantes&#8221;, explica.</p>
<p>Para finalizar, Martins ressalta que a cada dia surgem novas soluções e empresas de IoT e que, por isso, é crucial que CEOs, os responsáveis pela TI e os tomadores de decisões das companhias, mantenham-se atualizados e não deixem 100% das soluções com os fornecedores. &#8220;O principal ponto de atenção deve ser na contratação de empresas com capacitação técnica para o fornecimento de projetos e de soluções de IoT, pois ainda há um desconhecimento por parte dos clientes sobre o que já está disponível no mercado e isso pode facilitar a penetração de empresas entrantes sem a devida capacidade de entregar a melhor solução para a demanda existente&#8221;, alerta.</p>
<h6>Fonte: TI Inside</h6>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/internet-das-coisas-abinc-elenca-as-principais-tendencias-da-tecnologia-para-os-proximos-anos/">Internet das Coisas: ABINC elenca as principais tendências da tecnologia para os próximos anos</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br">Conecta Import</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Avaliando as promessas de transformação da 5G</title>
		<link>https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/avaliando-as-promessas-de-transformacao-do-5g/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 02:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev-conectacopiadoras.pantheonsite.io/?p=21778</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma das piadas que ouvi com frequência em meus anos de consultor dizia que se acreditássemos literalmente na grande maioria dos anúncios feitos na América Latina sobre o impacto das tecnologias de telecomunicações, seus níveis de adoção e velocidade seriam de 100% de cobertura populacional, logo o mundo seria diferente. Se assim fosse, todas as...</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/avaliando-as-promessas-de-transformacao-do-5g/">Avaliando as promessas de transformação da 5G</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br">Conecta Import</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das piadas que ouvi com frequência em meus anos de consultor dizia que se acreditássemos literalmente na grande maioria dos anúncios feitos na América Latina sobre o impacto das tecnologias de telecomunicações, seus níveis de adoção e velocidade seriam de 100% de cobertura populacional, logo o mundo seria diferente. Se assim fosse, todas as pessoas poderiam se conectar simultaneamente a uma multiplicidade de dispositivos com velocidades comparáveis ​​às da fibra óptica.</p>
<p>As escolas rurais estariam totalmente conectadas e os alunos teriam laptops, tablets e até smartphones. Os professores estariam recebendo treinamento constante e o restante das entidades públicas do meio rural, de hospitais a entidades de segurança, poderiam prestar melhores serviços graças à adoção de sistemas virtuais de saúde, teletrabalho e uso de equipamentos de alta tecnologia para rastrear criminosos.</p>
<p>No entanto, as promessas acumuladas ao longo de três décadas nos mostram uma realidade diferente, protagonizada por uma multiplicidade de lacunas digitais, uma escassez de software em línguas indígenas e o comportamento imóvel dos profetas tecnológicos que continuam a prever quimeras disfarçadas de bênçãos. O que vimos no passado com LMDS, MMDS ou WiMAX, estamos vendo no presente com a 5G.</p>
<p>A grande diferença é que essa geração sem fio alcançará economias de escala, continuará a ser interoperável entre diferentes fabricantes de rede (através de Open RAN) e poderá estabelecer um ecossistema de dispositivos maior do que qualquer tecnologia sem fio que a precedeu. Como é semelhante às tecnologias acima mencionadas? Em algo muito simples: a 5G por si só não acabará com as lacunas digitais existentes, nem resolverá todos os problemas de conectividade rural e muito menos treinará as pessoas no uso da tecnologia.</p>
<p>Em outras palavras, a 5G não irá impor de forma unilateral a transformação digital dos mercados. Esta tecnologia é uma ferramenta simples que deverá ser utilizada pelos diversos atores da indústria de TIC para oferecer soluções aos obstáculos e problemas enfrentados pelas realidades de seus mercados.</p>
<h2>As condições da 5G</h2>
<p>Para utilizar a ferramenta, devem ser criadas determinadas condições que permitam a sua adequada adoção e uso. A primeira delas é um diálogo horizontal e vertical em nível de país para deixar claro quais são os objetivos de curto, médio e longo prazo para esta tecnologia.</p>
<p>O diálogo horizontal ocorre entre entidades governamentais, academia, setor privado e sociedade civil. Só assim podemos tentar criar soluções adequadas aos problemas locais, por exemplo, em coordenação com universidades e outros centros de investigação. Facilitando do governo às políticas públicas que aceleram o processo de chegada, expansão e adoção desta tecnologia. Só assim poderíamos ver os verdadeiros pioneiros tecnológicos emergirem na América Latina.</p>
<p>Felizmente, vários países estão incorporando diferentes setores da sociedade em suas estratégias para 5G. Independentemente do objetivo final de cada um, Brasil, Chile, Colômbia e República Dominicana traduziram muitas de suas aspirações em ação. Nem tudo está feito, há muito trabalho ainda, mas pelo menos os governos desses países entendem um elemento fundamental dos lançamentos tecnológicos: são as operadoras de telecomunicações (públicas ou privadas) que decidem qual tecnologia lançar, quando lançá-la e em que áreas fazê-lo. Os governos não estão lançando 5G, seu trabalho é estabelecer as condições adequadas para acelerar os planos de lançamento das operadoras, pois podem identificar que o retorno do investimento será rápido dentro dos prazos que cada um considerar razoável.</p>
<p>É precisamente aqui que o diálogo institucional vertical se torna imperativo. A estratégia do país deve ser coordenada desde os níveis de cunho federal, até os níveis regionais (estados, departamentos, cantões distritos ou províncias) e os níveis locais (prefeituras ou municípios) para que as implementações da tecnologia ocorram de forma harmonizada. A coordenação de esforços entre autoridades reguladoras e autoridades de políticas públicas também é extremamente importante.</p>
<p>Sem um diálogo entre essas entidades, os países correm o risco de enfrentar uma realidade como a que vive o México, na qual são vistos os esforços louváveis ​​da entidade reguladora para tornar transparentes as informações estatísticas do país e educar os tomadores de decisão sobre os efeitos adversos que uma abordagem que envolva atribuição do espectro radioeléctrico possa ter. Por exemplo, sem uma mudança na abordagem do governo em relação à arrecadação de impostos, é muito difícil pensar que o anunciado leilão do IFT-12 será um grande sucesso, muito menos atrair novas empresas para investir no lançamento de serviços no México por meio de uma concessão própria de espectro de rádio.</p>
<p>Se olharmos internamente para a situação das concessões desse insumo no México, a história recente não é positiva. Se observarmos os resultados dos mais recentes leilões de espectro radioelétrico no Brasil, Chile, Colômbia e República Dominicana, vemos que em todos os casos houve blocos de frequências que não geraram interesse de mercado. Será difícil tornar-se referência regional sem o apoio de uma política pública que potencialize os esforços do regulador e que engrandeça os esforços da sociedade civil para continuar trabalhando para identificar falhas de mercado com dados.</p>
<p>Sem uma mudança drástica na política pública que não seja apenas teórica, mas que inclua implementação, as grandiosas promessas do impacto da 5G serão somente discursos vazios utilizados para promoção.</p>
<h6>Fonte: CanalTech</h6>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/avaliando-as-promessas-de-transformacao-do-5g/">Avaliando as promessas de transformação da 5G</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br">Conecta Import</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Metaverso: Você está preparado?</title>
		<link>https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/metaverso-voce-esta-preparado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 01:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev-conectacopiadoras.pantheonsite.io/?p=21776</guid>

					<description><![CDATA[<p>Raul Candeloro – Diretor e editor da REVISTA VENDA MAIS Quando lancei a VendaMais (na época com o nome de Técnicas de Venda), em abril de 1994, apresentei na capa a imagem de um telefone, acompanhado da seguinte chamada: “Como vender por telefone”. Na época isso era um avanço: só existia venda pessoal, contato direto....</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/metaverso-voce-esta-preparado/">Metaverso: Você está preparado?</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br">Conecta Import</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Raul Candeloro – Diretor e editor da REVISTA VENDA MAIS</p>
<p>Quando lancei a VendaMais (na época com o nome de Técnicas de Venda), em abril de 1994, apresentei na capa a imagem de um telefone, acompanhado da seguinte chamada: “Como vender por telefone”. Na época isso era um avanço: só existia venda pessoal, contato direto. Vender por telefone era uma novidade (até porque nem todo mundo tinha telefone – era supercaro, tinha fila para comprar na estatal responsável, os impulsos eram caríssimos…).</p>
<p>Hoje, você fala uma coisa dessas e todo mundo dá risada. Mas, acredite: muita gente em Vendas resistiu a vender por telefone, argumentando que o cliente nunca ia querer comprar dessa forma. Aliás, falaram a mesma coisa do fax (eu comecei a VendaMais recebendo pedidos de assinatura por fax), depois falaram a mesma coisa do e-mail, depois de ter site próprio, depois de ter e-commerce. Lembra quando saíram os primeiros celulares Motorola? Um tijolão de 45 quilos que custava uma fortuna, tinha ANTENA e só pegava em três bairros da cidade? Todo mundo dizia que aquilo era um absurdo, ‘quem é que vai querer ter um celular?’. O mundo evolui e a gente evolui com ele. Uns evoluem mais rapidamente, outros passam por esse processo de forma mais lenta. Uns mais alegres e dispostos, outros ranzinzas e resmungões. Mas uma vez que o trem partiu, meu amigo, minha amiga… aperte os cintos que o piloto sumiu. E hoje em dia os trens são trem bala!</p>
<p>Você pode aproveitar a oportunidade, entender o que está acontecendo e se posicionar proativamente ou pode ser levado pela correnteza. Protagonista ou plateia, essa é a decisão. Prever o futuro é muito difícil, mas visualizar tendências e direção não é. Em Vendas, tendência e direção estão claras: cada vez mais tecnologia na interação com clientes e no aumento da eficiência dos processos da equipe comercial. O que nos traz ao metaverso. Passado, presente e futuro O termo metaverso foi apresentado por Neal Stephenson em Nevasca. No livro – uma ficção científica publicada em 1992 –, o autor descreve o metaverso como um lugar imaginário compartilhado, disponível para as pessoas através de cabos de fibra ótica (não existia wifi na época) e projetado através de óculos de realidade virtual. Pense no metaverso como ‘internet 3D’ ou internet espacial. Ou seja, tudo o que já fazemos na internet (e possivelmente algumas coisas da vida real), só que num universo paralelo tridimensional. A pessoa que pergunta “mas por que alguém ia querer isso?”, provavelmente está pensando do mesmo jeito que aquelas pessoas que pensavam que ninguém ia querer ou precisar de um computador pessoal, ainda mais em casa.</p>
<p>Ou um telefone que você pode levar para cá e para lá. Ou um site em que você pode postar o que está fazendo ou pensando. Toda novidade tecnológica passa por esse momento de questionamento e ceticismo. E com razão, pois muita coisa é inútil mesmo. Por exemplo: quando a popularidade do Second Life cresceu no Brasil, no fim da primeira década deste século, tivemos um grande debate na equipe editorial da VM sobre o impacto que isso teria em Vendas. Depois de muitas idas e vindas (e de eu ter passado um tempo lá dentro), para mim ficou claro que o impacto seria ZERO. Era chato, lento, limitado e não havia um grande propósito ou motivo para estar ali. Acho que eu estava certo, porque nunca mais ninguém ouviu falar de Second Life. E nunca falamos sobre isso na VM. Mas o avanço da tecnologia mudou o cenário completamente, e agora estamos num ponto (usando uma expressão já batida e desgastada, mas ainda assim correta) de quebra de paradigma. Metaverso é enorme demais para ser modismo.</p>
<p>No metaverso de Nevasca, desenvolvedores podiam construir prédios e parques, bem como coisas que não existiam na realidade – como bairros inteiros onde as leis do tempo espaço são ignoradas e áreas de combate onde as pessoas podem se juntar para caçar e se matar. Esse tipo de linguajar e ambiente ficou sempre restrito aos videogames (Fortnite é um belo exemplo da descrição acima), mas, lentamente, realidade e mundo virtual começaram a se misturar mais. Se você tem filhos menores, saberá da fascinação que muitos têm pelo Roblox. Minecraft, outro jogo grande da área, tem 140 milhões de usuários ativos. Axie Infinity tem feito o maior sucesso em países como Filipinas, México e Brasil, onde jogadores ganham dinheiro jogando online num mundo virtual em que criam dragões que lutam. Se tudo isso parece distante da sua realidade, pare para pensar que tempos atrás Netflix, Facebook, Instagram, Snapchat, e-commerce, WhatsApp (e pagar contas por WhatsApp!), PIX, reuniões por Skype, Zoom, Google Meet e Teams, bancos online, Spotify também eram todos ficção.</p>
<p>Meus filhos, por exemplo, não assistem mais TV. Só YouTube e TikTok. Se, dez anos atrás, alguém lhe dissesse que crianças não iam mais ver TV e passariam a assistir uma programação desconexa, com baixa qualidade e criada pelos próprios usuários, você acreditaria? A velocidade com que novas tecnologias são lançadas, mas, principalmente, passam a ter viabilidade e adoção em massa, é exponencial. Para quem vem de um modelo tradicional, é difícil entender e acompanhar. Mais: é difícil até de aceitar aquilo como real, verdadeiro ou que tenha valor. Quando a Netflix lançou o que na época era um novo modelo de negócio (streaming de vídeos), as ações da empresa caíram, porque o mercado achava que eles tinham que continuar com os DVDs.</p>
<p>Reed Hastings, CEO da empresa, explicava que DVD ia acabar e todo mundo falava que não. “Quem é que vai ter banda larga e dinheiro para fazer streaming, ainda mais em massa?”, era o questionamento de muitos. Para Hastings o futuro não estava totalmente claro, mas a tendência e a direção sim. (Inclusive, a Blockbuster teve a oportunidade de comprar a Netflix e deixou passar porque era líder de mercado e não via valor naquele modelo de negócio) Na última apresentação de resultados que fez sobre o Facebook, Mark Zuckerberg citou o metaverso mais de 80 vezes e falou que vai investir US$ 10 bilhões nos seus laboratórios de desenvolvimento para avançar o projeto. Tanto que mudou até o nome da empresa para Meta.</p>
<p>Eu não sei você, mas quando uma das pessoas mais ricas do mundo diz que vai investir 10 bilhões de dólares em algo que acredita ser o futuro, eu paro para prestar atenção. Facebook e Instagram viraram ferramentas fundamentais de prospecção de novos clientes para muitas empresas, e WhatsApp, como ferramenta de contato. Não sou muito fã, mas claramente Zuckerberg é um visionário que faz as coisas acontecerem. Acabou de mudar o nome da empresa toda para Meta. Já é um sinal forte de alerta. Se você é usuário do Facebook, do Instagram ou do WhatsApp, já sabe a direção para a qual vai ser levado.</p>
<p>A questão é se vamos ser proativos ou não, se vamos ser protagonistas ou espectadores. Mais: no dia seguinte à apresentação do Zuck, a Microsoft comunicou que já está trabalhando no metaverso em duas frentes – Xbox (caminho natural, via games e público mais jovem), mas, surpreendentemente, também pelo Teams, que é totalmente corporativo. Ou seja, em breve teremos nossos avatares participando de encontros de trabalho e negócios. Microsoft, diga-se de passagem, é a maior empresa do mundo em termos de valor de mercado.</p>
<p>Não sei você, mas quando a empresa mais valiosa do mercado diz que vai investir na mesma coisa que a quinta pessoa mais rica do mundo acabou de dizer que é o futuro, eu paro para prestar ainda mais atenção. Dois dias depois, NVIDIA, hoje a maior fabricante de chips do planeta (passou a Intel) lançou o Omniverse Avatar, uma plataforma que permite que os usuários utilizem recursos de inteligência artificial, entendimento natural de linguagem, visão espacial para criar avatares que conseguem se comunicar com seres humanos. Apple, Google e Amazon estão todas envolvidas nisso também.</p>
<p>De novo: não sabemos exatamente como será o futuro, mas tendência e direção estão claras. Metaverso vai acontecer e seremos protagonistas ou coadjuvantes. É basicamente a próxima versão, aprimorada, da internet. Num movimento liderado por Facebook e Microsoft, e com Apple, Google, Amazon e NVIDIA já atuantes na área. Seis das dez maiores empresas dos Estados Unidos já sinalizaram e falaram publicamente para onde estão indo.</p>
<p>Quer sinal mais claro do que isso? O metaverso é então o próximo grande avanço que revolucionará a forma como nos conectamos? É só um empacotamento requentado de coisas que já existem? É só mais um terminho da moda ou vaporware para conseguir atrair clientes e investimentos?</p>
<p>O QUE DEFINE O METAVERSO</p>
<p>De acordo com o especialista Matthew Ball, estes são os atributos que definem o metaverso:</p>
<p>1 ) Persistência: o metaverso não termina, pausa ou recomeça. Permanece ligado e ativo 24/7/365.</p>
<p>2 ) Sincronicidade: para quem estiver presente, o metaverso será uma experiência compartilhada que acontece ao mesmo tempo para todos e em tempo real, a qualquer momento.</p>
<p>3 ) Função econômica: exatamente como é hoje na internet, pessoas e empresas poderão criar, possuir, desenvolver, ajudar a criar e desenvolver, comprar e vender produtos e serviços (reais ou virtuais).</p>
<p>4 ) Escopo: o metaverso será uma experiência conectando mundo real e virtual, diversos tipos de rede, com espaços públicos e privados.</p>
<p>5 ) Interoperabilidade: no metaverso, dados, conteúdo, itens, acessórios podem migrar livremente de uma plataforma ou rede para outra.</p>
<p>6 ) Contribuição: pessoas e empresas poderão construir e conquistar seu espaço através de conteúdo, experiências, locais, produtos e serviços.</p>
<p>Como isso nos impacta em Vendas?</p>
<p>Acho que isso nos impacta de formas diversas e bem importantes, mas é prioritário e fundamental entender antes as três dimensões que precisam ser avaliadas. Uma é a dimensão estratégica: Como isso pode afetar nosso modelo de negócio? Outra é a dimensão tática: Como isso pode alterar nossos processos e rotinas de trabalho? Outra é operacional: Como colocamos isso em prática? Noto que 99% das vezes a discussão sobre tecnologia nas empresas começa de baixo para cima e, por causa disso, não evolui. Ainda mais se os gestores são pessoas que bloqueiam, de maneira consciente ou não, a evolução e a transformação tecnológica das suas próprias empresas e rotinas de trabalho.</p>
<p>Como em toda tecnologia, vamos ter uma curva de adoção: Os inovadores (2%); Os early adopters (13%); A maioria inicial (34%); A maioria atrasada (34%); Os retardatários (17%). A grande pergunta é: em qual destes grupos você vai estar? Quem na sua empresa está preparado – de verdade! – para opinar de maneira educada e sem preconceitos sobre realidade virtual e metaverso? Note que nem falei sobre como usar a tecnologia. Se não entendermos o que está acontecendo ou o que está sendo dito, não vamos nem poder opinar! O resultado é que acabamos sendo reféns da nossa ignorância e não aproveitamos ao máximo o potencial que temos de otimizar a oportunidade.</p>
<p>Ao invés de assumir uma postura de liderança em relação a tudo isso, somos espectadores. Corremos o risco enorme de não sermos apenas atrasados, mas retardatários. Algo novo está sendo construído e podemos participar. É uma corrida nova, em território novo. Queremos realmente participar? Vamos participar? Como? Essas são as perguntas que a área de Vendas precisa se fazer. De forma geral, temos visto uma grande dificuldade da área comercial de se adaptar rapidamente ao uso das novas ferramentas e tecnologias disponíveis. Basta ver a adoção de CRMs por parte das equipes de vendas.</p>
<p>Menos de 50% das empresas hoje no Brasil usam a ferramenta que é um dos passos iniciais no processo de otimizar processos comerciais. Tenho passado pelo menos duas ou três horas por semana estudando o assunto metaverso e uma coisa eu sei: vou comprar um óculos de realidade virtual e começar a entender melhor o processo. Vou respirar fundo e entrar em Minecraft e Roblox. Vou tirar meus óculos preconceituosos e colocar óculos novos, um olhar novo sobre algo que achei que era brincadeira de crianças, mas avançou de forma assustadora e agora bate à nossa porta.</p>
<p>Quero entender isso melhor porque acredito que o futuro das vendas passa por aí. No mínimo, vamos estudar muito o assunto, experimentar, trazer para o debate, pois assim pelo menos tomamos uma decisão educada (e não só baseada nos nossos próprios preconceitos e limitações de conhecimento). Vejo uma revolução acontecendo bem na nossa frente. Você está preparado? Como vai participar? É difícil prever o futuro, mas é fácil entender a tendência e a direção.</p>
<p>Para terminar, dois comentários finais bem rápidos:</p>
<p>a ) O caminho de tudo isso passa muito forte por realidade aumentada, que caiu em desuso e ficou fora de moda por causa do excesso de promessas que não se concretizaram. Aguarde muitas novidades nessa área também porque agora já não é mais vaporware.</p>
<p>b ) Criptomoedas e criptoativos são uma tendência natural nesse processo de metaverso. Se você ainda não estudou e se aprofundou nessa área, recomendo fortemente. Não só como investidor, mas para entender o que está acontecendo com ativos, dinheiro, tecnologia e comunidades e encontro entre mundo real e virtual.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br/2022/02/16/metaverso-voce-esta-preparado/">Metaverso: Você está preparado?</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://conectacopiadoras.com.br">Conecta Import</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
